quarta-feira, 20 de junho de 2018

Tratamento acústico

Hoje vamos falar sobre um assunto que é de grande importância para quem tem um fusca ou derivado: a acústica.

Todos sabemos que um fusca com o seu peculiar e inconfundível formato aerodinâmico (Considerando os conhecimentos técnicos desse tema nos primórdios do projeto KDF) tem um efeito intenso do som no interior do veículo, inclusive se considerarmos o ruído natural tão característico do motor boxer refrigerado a ar ou a instalação de um sistema de som (seja original ou mais potente).

É justamente por conta destes efeitos do ruído que torna muitos passeios ou viagens (principalemente de longas distâncias) mais incômodas e as vezes até insuportáveis, estragando toda a graça do passeio. Ainda mais se considerarmos que há pessoas mais sensíveis aos estímulos sonoros do que outras e isso pode até trazer problemas de saúde na audição, distúrbios do sono, etc, dependendo da intensidade do ruído interno e da exposição no ambiente, claro...

VIBRAÇÃO E REFLEXÃO

Qualquer carro moderno é construído com muitas partes plásticas, mas isso não é só por uma questão de "qualidade" como muitos se referem quando falam "plastimóvel". Isso é devido aos custos de produção e também acabam interferindo diretamente na redução do ruído interno devido à sua composição e superfície.

Os carros antigos, que não tem tantas peças de acabamento plástico, sofrem mais com ruídos internos, ainda mais com a tecnologia mais antiga de fabricação dos motores, que eram mais barulhentos, ainda mais se falarmos dos fuscas e derivados com seus motores mais ruidosos, mesmo com o tratamento acústico original.

Sabendo que um carro antigo tem mais chapas metálicas expostas, posso falar que há duas situações que tornam o interior do carro (nosso caso aqui, fusca e derivados) com ruído mais intenso: a vibração e a reflexão nas superfícies metálicas.

Vibração: para entender a vibração nas superfícies metálicas dentro do carro, é importante saber que quanto maior a superfície e mais fina a chapa, maior e mais duradoura será a vibração. Como exemplo, imagine o ruído" que faz se tocarmos com uma moeda no capô dianteiro. Esse ruído é potencializado devido ao tamanho da superfície em chapa lisa. Mas além do capô dianteiro, o fusca tem muitas superfícies metálicas com áreas de tamanho consideráveis, se considerarmos a proporção do veículo. 

Reflexão: Para entender a reflexão nas superfícies metálicas dentro do fusca, é importante saber que quanto mais dura e lisa a superfície, maior será a reflexão do ruído. Como exemplo, imagine quando você fala algo segurando uma panela na frente do seu rosto. Sua voz vai reflerir em todas as superfícies da panela e você notará uma amplificação da sua voz. Da mesma maneira acontece no interior do carro se não houver elementos que possam absorver o ruído. Já imaginou um fusca sem o forro do teto ou sem os carpetes?

MATERIAIS UTILIZADOS PARA ELIMINAR VIBRAÇÕES E REFLEXÕES

Agora que sabemos como o ruído pode ser potencializado dentro de um fusca/derivados/qualquer carro antigo, já sabemos como reduzir o ruído, basta eliminar as superfícies que geram vibração e reflexão.

Temos no mercado, vários materiais que podem trazer ótimos resultados nestes quesitos, vou citar os de melhor rendimento:

Manta asfáltica: Tem o papel de eliminar a vibração nas superfícies metálicas. Com a união da manta com a chapa, o conjunto ganha mais espessura e um pouco mais de rigidez, reduzindo a possibilidade de vibrações.


Feltro ou feltro betumado: Tem o papel de incrementar uma superfície porosa e macia, fazendo com que haja grande absorção do ruído na superfície.



Também existe a manta asfaltica com o feltro agregado, mas não teremos como colocar este material em todos os lugares, além de ter um custo bem mais elevado:


ONDE E COMO APLICAR OS MATERIAIS 

Mesmo sabendo quais materiais podemos utilizar para reduzir o ruído, não podemos sair colocando aleatoriamente em todos as chapas do interior do carro, pois há uma melhor disposição de cada elemento em cada ponto do carro.

Primeiramente, é importante eliminar a vibração. E para isso, a manta asfáltica deve ser aplicada primeiro. Somente ela resolve na maioria dos casos, mas em alguns pontos podemos agregar o feltro para ter um resultado melhor. Depois devemos eliminar a reflexão com o uso do feltro.

As etapas para este trabalho são:

1. Primeiro devemos remover todos os carpetes (da cangalha e do chiqueirinho) com muito cuidado pra não haver danos.
2. Depois, remover os restos de cola para melhor aplicação da manta.
3. Também devemos retirar todos os painéis das portas e laterais traseiras para ter acesso às chapas internas.
4. Se o carro estiver em reforma, podemos aproveitar que o forro do teto não está lá pra tratar, se não estiver em reforma, não tem problema, os outros pontos serão tratados.
5. Se o carro tiver ótimo nível de originalidade e ainda ostentar o tratamento acústico original de fibra vegetal, este só deve ser removido se estiver ruim ou se desmanchando. Já que nestas condições suas características não estarão plenas.
6. Suas ferramentas de trabalho serão basicamente: tesoura grande, estilete, espátula metálica ou plástica, thinner de limpeza, cola específica, pincel, luvas e máscara.

Os locais e os cuidados para a aplicação são os seguintes:

Assoalhos: Muita gente fala que não é bom aplicar manta asfáltica diretamente no assoalho do fusca porque acumula água ou umidade e que vai acabar enferrujanto tudo por baixo. Eles tem razão, mas por um único motivo: Infiltração.

O assoalho é o lugar mais complexo para aplicar a manta justamente pelo risco de infiltração. Pra aplicar este material aqui, é extremamente importante se certificar de que não há nenhum ponto de entrada de água no interior do carro, que possa ficar acumulada no piso. É importante checar e vedar todas as emendas, dobras, todas as borrachas (das portas, vidros e parabrisas) devem estar vedando perfeitamente e, claro, não pode haver nenhum tipo de furo ou abertura no próprio assoalho.

Tendo certeza de que não há infiltrações, ainda antes de aplicar a manta, é importante que a chapa esteja bem protegida contra ferrugem com tratamento prévio e finalizado com camadas de tinta (não precisa ficar em nível de exposição, já que será um local coberto). 

Finalmente, depois de todos estes cuidados, podemos aplicar a manta asfáltica. Mas devemos cuidar para a aplicação correta: A manta deve ser cortada rente aos limites do assoalho e não devem ter "orelhas" nas pontas, ela deve ser colada com firmeza na chapa seguindo todas as saliências sem deixar bolhas e sem furos ou rasgos. Se a manta for em tiras, é fundamental deixar a emenda com sobreposição de 1cm no máximo, suficiente pra não haver espaços entre as tiras. E sobre a manta podemos aplicar o feltro para um resultado ainda melhor.




Túnel: No túnel geralmente encontramos com mais facilidade o tratamento original com uma camada grossa de betume. Caso ela esteja no local, deve permanecer, mas se estiver muito deteriorada, podemos complementar ou remover ela por completo.

Neste caso, devemos fazer a aplicação bem firme da manta asfáltica mantendo a sobreposição das tiras em 1cm no máximo. Sobre a manta, podemos aplicar o feltro. Essa camada de feltro vai trazer um acabamento melhor quando for colar o carpete.



Cangalha e caixas de roda: Neste ponto o maior cuidado é ainda em relação à infiltração de água pelas passagens do chicote ou outros locais de acesso à área externa. Resolvendo estes detalhes e se certificando de que não haverá infiltração, podemos aplicar a manta asfáltica. Importante para um bom acabamento, contornar a curvatura da caixa de roda como limite de aplicação, já que há modelos com o extintor localizado próximo de uma das caixas de rodas. Também podemos aplicar o feltro diretamente sobre a manta para um resultado melhor. Porém, para um melhor acabamento, o feltro pode ser recortado no trecho em que passa o chicote elétrico (caso passe por ali), isso não deixará o carpete com saliências onde passa o chicote quando o carpete for colado novamente no lugar. Importante também recortar os limites da manta e do feltro um pouco menor do que o limite do carpete para melhor acabamento.



Caixas de ar: Nas caixas de ar, devemos aplicar somente a manta asfáltica, para que seja possível encaixar o carpete na aba sem maiores problemas.

Chiqueirinho: No chiqueirinho também devemos observar se há possibilidade de infiltração de água devido a algum ponto de ferrugem no vidro basculante. Caso não haja nenhum risco em relação a isso, basta aplicar a manta sobre a superfície inteira, tomando o cuidado de manter ela bem firme e sem bolhas ou furos, ainda com sobreposição das tiras de 1cm no máximo. Por cima da manta, podemos aplicar também o feltro para um melhor resultado e acima do feltro, o carpete deve ser colado novamente para o acabamento.




Interior das portas: Para a aplicação do tratamento no interior das portas, é preciso tomar tanto cuidado quando nos assoalhos. Eliminar possibilidades de infiltração é fundamental, mas manter os furinhos no fundo da porta é tão importante quanto. 

Após uma boa limpeza na chapa interior da folha de porta, a manta deve ser aplicada não necessariamente em toda a superfície, pois há pontos que a mão não alcança. A aplicação deve ser feita onde houver alcance e nunca até o fundo da porta, importante manter uma distância de pelo menos 5cm do fundo. 



No caso do interior da folha de porta não é interessante aplicar o feltro para evitar que atrapalhe o mecanismo do vidro. Mas se houver espaço, pode aplicar.

Também podemos aplicar um trecho de manta entre a haste da trava da porta e a chapa da porta. Isso vai eliminar os ruídos das batidas da haste na chapa.



Interior das laterais traseiras: Para o tratamento nesta região, podemos aplicar a manta asfáltica tomando o cuidado da sobreposição de 1cm no máximo e sobre esta, aplicar o feltro para melhor resultado.




Cofre do motor: Apesar de ter acesso externo e o ruído do motor se dissipar mais para fora, podemos trabalhar nesta região também. Para isso, é preciso desmontar a capela para melhor acesso à parede corta fogo. Em seguida, devemos retirar com cuidado o papelão para não danificar e perceberemos que o tratamento original (caso ainda esteja no local) não é suficiente, pois são apenas algumas tiras de feltro por trás. Se o tratamento original não estiver mais no local, o trabalho será mais fácil.

Antes, é preciso fazer uma limpeza no local para a aplicação da manta asfáltica, mais uma vez tomando o cuidado de colar de maneira muito firme seguindo as saliências e mantendo uma sobreposição das tiras de 1cm no máximo. Sobre a manta, podemos aplicar o feltro e sobre o feltro, finalmente, podemos recolocar o papelão. Esse procedimento também pode ser feito nas laterais, mantendo os acessos à fiação das lanternas. Claro que eu devo citar que não deve haver gambiarras na fiação para que não haja riscos de incêndio.

Também é importante manter ou verificar se as almofadas da caixa de ar que segue pro teto estão no lugar. Se estiver, manter, se não estiver, colocar uma.



Teto: Esta região deve ser tratada somente se o carro estiver em fase de reforma, pois acaba sendo bastante oneroso ter que refazer toda forração com um tapeceiro.

Para o teto, é importante verificar o estado do tratamento de fibra original, caso ainda esteja lá. Se estiver solto ou se desmanchando, é sinal de que já não tem mais as características acústicas.

Nesta área ue recomendo somente fazer a aplicação de feltro betumado, mais grosso, por se tratar da maior superfície metálica do fusca e também é a que sofre maior incidência do sol. Além de tratamento acústico, o feltro vai tratar termicamente essa superfície. E é justamente pela grande incidência do sol que a temperatura na chapa é muito alta, podendo tornar insuficiente a cola e a própria estrutura da manta asfáltica, fazendo com que aumente a possibilidade dela soltar e haver perda de função.



Para uma melhor compreensão de como o tratamento térmico e acústico pode ser feito com o máximo de aproveitamento, basta assistir a esta sequência de vídeos do Chris Vallone do http://www.ClassicVWbugs.com:








Pequenas batidas e rangidos: Por fim, além da vibração e da reflexão, não podemos esquecer de falar sobre as batidas de peças pequenas principalmente por folgas. Claro que haverá elementos que serão mais fáceis de solucionar e outros que serão praticamente impossíveis.

Mas, para eliminar estes ruídos de menor intensidade, mas que são bem chatos, é importante primeiro identificar de onde vem o ruído, depois verificar o aperto de todos os parafusos da região. Não é muito raro esses pequenos ruídos surgirem nas portas, uma solução simples é colocar pequenas "arruelas" de borracha fina.

Acredito que vocês tenham notado que eu não citei a aplicação da polêmica "batida de pedra" neste artigo. Este é um material muito simples e acessível, porém não traz resultados positivos para tratamento acústico em carros antigos, apesar de ser um tipo de emborrachamento. Este produto tem melhor resultados quando aplicado em  trechos de grande fluxo de pessoas, para gerar uma superfície antiderrapante. Muitas pessoas utilizam com o objetivo de fazer um tratamento acústico barato, mas acabam utilizando inadequadamente e gerando muitos problemas posteriores com ferrugem.

Importante falar que o foco deste artigo é trazer um pouco de conhecimento sobre o tratamento acústico, além de orientar em como realizar este trabalho em casa para ter um resultado satisfatório em relação à acústica do fusca. Logo, consideramos o trabalho em um carro que não está sendo reformado ou restaurado.

Este é um serviço que pode facilmente ser feito em casa, inclusive pode ser realizado por completo ou por partes e a depender do estado do carro o trabalho pode levar mais tempo e o custo deve ser maior.  Mas se o seu fusca estiver em fase de reforma ou restauração é o melhor momento para fazê-lo.

No final, vale muito a pena.

Esperamos que estas dicas possam ajudar a deixar o passeio ou viagem de todos mais agradável e que todos os momentos possam ser bem aproveitados ouvindo uma boa música ou simplesmente conversando .

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Fuscão 1500: a mudança abrupta em 3 anos

O fusca no Brasil passou por poucas mudanças se comparado às produções na Alemanha até 1978 e México entre 1978 e 2003. 

Mesmo assim, houve incremento anual de pequenas melhorias em itens de segurança, mecânica, elétrica e estética disponibilizados aos clientes da montadora.

Porém nenhum outro modelo do fusca recebeu tantas alterações estéticas, mecânicas, estéticas e de estilo quanto o Fuscão entre os anos de 1972, 1973 e 1974.

E é justamente esse perído curtíssimo de 3 anos que vamos abordar nesse post, ou melhor, das principais mudanças e diferenças que o Fuscão passou.

1972

O modelo de 1972 seguia o mesmo padrão de carroceria e acabamentos internos desde sua estréia em 1970.







As principais características eram:

1. Faróis olho de boi
2. Tampa do motor com dois grupo de aletas de ventilação
3. Colunas C lisas, sem as saídas de ar também conhecidas como "orelhinhas"
4. Tampa do porta malas ou capô dianteiro sem a entrada de ar
5. Volante cálice
6. Bancos gomão
7. Painel imitando jacarandá
8. Painéis das portas e laterais traseiras com uma faixa imitando jacarandá
9. Manivelas e puxadores internos com acabamento cromado

1973

O modelo de 1973 já não seguia o mesmo padrão do anterior e algumas alterações estéticas foram incrementadas.







  As principais características eram:

1. Faróis com lente 90° abauladas
2. Tampa do motor com 4 grupos de aletas de ventilação
3. Colunas C lisas, sem as saídas de ar também conhecidas como "orelhinhas"
4. Tampa do porta malas ou capô dianteiro sem a entrada de ar
5. Volante cálice
6. Bancos gomão
7. Painel imitando jacarandá
8. Painéis das portas e laterais traseiras com uma faixa imitando jacarandá
9. Manivelas e puxadores internos com acabamento cromado

1974

O modelo de 1974 foi aquele que, segundo muitos, "perdeu o charme" por completo. Foram muitas mudanças que descaratcerizaram o padrão mais luxuoso dos modelos anteriores.






As principais características eram:

1. Faróis com lente 90° abauladas
2. Tampa do motor com 4 grupos de aletas de ventilação
3. Colunas C com as saídas de ar também conhecidas como "orelhinhas"
4. Tampa do porta malas ou capô dianteiro com a entrada de ar
5. Volante bumerangue
6. Bancos com acabamento de courvim e no centro acabamento cordone
7. Painel com acabamento preto
8. Painéis das portas e laterais traseiras inteiramente pretas
9. Manivelas inteiramente pretos e puxadores internos com acabamento cromado
10. Entradas de ar no painel atrás so volante e do PQP.

Esperamos que vocês gostem desta publicação e que possam perceber is detalhes de cada um dos modelos que mudou tanto em apenas 3 anos...


Obs: O intuito deste post não é de detalhar itens avaliativos para certiticação de placas pretas, nem de demonstrar todas as melhorias e alterações nos modelos destes anos, mas apenas de apontar algumas características diferentes entre os modelos, principalmente para saber como identificar cada um.

*As imagens foram retiradas do site da Pastore e do Fórum Fusca Brasil.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Confraternização dos Cangaceiros - 2017

   No último fim de semana do ano (passado) realizamos a nossa confraternização.



   Como sempre, passamos um dia muito bom junto dos amigos e familiares, piscina, sol, carnes na brasa e muita conversa sobre os carros e as história engraçadas de sempre. Contudo foi bom ter a percepção de que depois do nascimento dos filhos de alguns dos integrantes do grupo as conversas hoje meio que mudaram um pouco, ao invés de motores, falamos de filhos, fraldas, brincadeiras.         
   Tudo isso vem reforçar a ideia de que os fuscas e derivados do grupo tiveram uma função muito mais nobre do que apenas juntar um grupo de apaixonados por aircooleds, criar uma família, não apenas dos integrantes, mas sim englobar os familiares de todos.

   Hoje o número de eventos e encontros que o grupo participa diminuiu, mas é até perdoável, as responsabilidades da vida de cada um as vezes toma o tempo, mas em momentos como esses é que percebemos que o nosso grupo é a cada dia mais forte, passamos um tempo sem se ver, mas quando nos encontramos a conversa é sempre boa e nunca falta assunto.

Nós que fazemos parte dos Cangaceiros VW's de Pernambuco desejamos a todos nossos amigos e fãs um ano de 2018 cheio de realizações!

Cangaceiros

domingo, 9 de abril de 2017

Encontro de fuscas e antigos de Paulista

Ontem rolou o primeiro encontro no Shopping Northway de Paulista e contou com a presença de mais de 120 carros! Recorde de participação!

O dia foi pra rever os amigos, juntar os carros, colocar as conversas e novidades em dia...
Apesar da chuva ter caído por vários momentos, não tirou o brilho do evento, aliás, deu um charme a mais!

Gostaríamos de agradecer pela presença de todos os que participaram e que de alguma maneira deram apoio para a realização desse grande encontro, que foi além das nossas expectativas...

Agradecimentos especiais aos organizadores Ivan e Deyvson que estiveram juntos desde a idéia inicial, também gostaria de agradecer a Júlio e Marcio do CFPE que engrandeceram a festa!

Espero que gostem das fotos porque o encontro foi incrível!